A realidade da insegurança alimentar voltou a ser pauta na Bahia. Dados recentes mostram que mais de 11% dos lares baianos enfrentam risco de não ter comida suficiente na mesa, e em algumas regiões, como Salvador, esse índice chega a 27%.
Em São Sebastião do Passé, a situação não é diferente. Comunidades mais vulneráveis já relatam dificuldades para garantir as três refeições diárias, especialmente diante do aumento do custo dos alimentos e da falta de programas sociais eficazes.
Moradores afirmam que, muitas vezes, precisam escolher entre pagar contas básicas ou comprar comida, o que agrava ainda mais a situação.
Diante desse cenário, é urgente que o poder público municipal adote medidas emergenciais e estruturantes. A insegurança alimentar não é apenas um problema de fome, é uma ameaça direta à dignidade, saúde e ao futuro da população.